Blog do Rio Vermelho, a voz do bairro

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Praça Carlos Batalha com novo mosaico deve ser entregue no próximo sábado

Praça Carlos Batalha com novo mosaico deve ser entregue no próximo sábado A praça engenheiro CARLOS BATALHA tem previsão de entrega à comunidade no próximo sábado (07), com requalificação de iluminação, projeto paisagístico e piso central em torno do busto com mosaico colorido em forma de sol, (assinado pelo artista plástico Ed Ribeiro). De acordo com Silvio Batalha, filho do homenageado que empresta o nome à Praça, a requalificação foi possível devido ao empenho da secretária Rosemma Maluf, incentivando e solucionando as demandas com agilidade e a colaboração da funcionária da DESAL, Victoria Castro. Para a execução da obra contou com a parceria do secretário Marcílio Bastos do próprio Silvio. Das reivindicações feitas para a praça, três não puderam ser atendidas: reforma do parque infantil, do passeio do entorno e implantação academia saúde.
Praça Carlos Batalha com novo mosaico deve ser entregue no próximo sábado

"Vivência de Rua" no outono do Rio Vermelho

"Vivência de Rua" no outono do Rio Vermelho O Percussionista, Cantor e Compositor Mamah Soares, mantendo o sucesso do projeto "Mamah Soares - Vivência de Rua", fará um circuito pelos palcos do Rio Vermelho (Casa da Mãe, Varanda do Sesi, ...), em temporada de outono.

No palco, acompanhando Mamah Soares, estarão Milton Pellegrini (contrabaixo), Angelo Canja (guitarra), Gilvan Oliveira (percussão) e Daniel Ragoni (bateria). Amigos e parceiros da estrada da música, trazem suas diferentes vivências e pesquisas e elevam a temperatura da pista, fazendo o público cair na dança.

Em seu repertório, canções autorais e de artistas conhecidos em nova roupagem, Jackson do Pandeiro, Riachão, Pinduca, Carlinhos Brown, Gerônimo, Augusto Conceição... mistura de ritmos, como manda a tradição da rua.

Onde: Casa da Mãe
Quando: dias 06/05, 17/06, 15/07Horário: 22hs
Quanto: R$15,00
R$10,00 - Lista amiga - producaomamahsoares@gmail.com

Onde: Varanda do Sesi
Quando: dias 26/05, 30/06, 28/07
Horário: 21hs
Quanto: R$15,00
R$10,00 - Lista amiga - producaomamahsoares@gmail.com

domingo, 1 de maio de 2016

O reduto do Rio Vermelho

O reduto do Rio Vermelho
O Forte do Rio Vermelho (planta 15)
O reduto do Rio VermelhoA dissertação de Marco Antonio dos Santos orientado por Dra. Creuza Santos Lage sobre O Papel das Fortificações no Espaço Urbano de Salvador(2012) e divulgados no site fortalezas.org aborda o reduto do Rio Vermelho entre outros.

...Em suma, a escolha do local para se construir uma cidade forte era condizente com a configuração topográfica para um sistema defensivo usado naquele período. O sistema de muros e baluartes perde serventia, quando esses não eram satisfatórios para o amparo defensivo. Assim, o sistema de fortes isolados foi implantado com a expansão da cidade para além dos muros, pois esses já não eram suficientes para defender dos ataques inimigos. O crescimento populacional contribuiu para essas mudanças, pois a população passou a ocupar os espaços fora do perímetro fortificado. Como aponta Fonseca:
As muradas de torreão, feitas pelos holandeses, resistiam às injúrias do tempo, mas a negligência de alguns governadores alia-se aodesinteresse do próprio povo o qual aproveitava a muralha para erguer residência e outras vezes, as rompia para ampliar os quintais, fazendo assim verdadeiras portas, causando grande dano aos muros fortes da cidade. (FONSECA, 1971 p.56).
Assim, o sistema defensivo de Salvador foi conjugado pela Casa da Torre de Garcia d’Ávila e por outros redutos atualmente inexistentes, como o de Itapuã e do Rio Vermelho; os fortes do atual Bairro da Barra, São Diogo, Santa Maria e Santo Antônio da Barra; São Paulo da Gamboa, São Pedro, São Marcelo, forte de São Tiago, atualmente conhecido como Forte da Lagartixa, da Jequitaia, Santo Antônio Além do Carmo, Barbalho e Monte Serrat. O sistema de defensivo contava também com outros fortes que hoje já não mais existem.

O abandono do sistema defensivo para cidade de Salvador nos remete a diversos fatores. Em síntese, podemos destacar: as mudanças implantadas pelo Marquês de Pombal na transferência da capital para o Rio de Janeiro; o crescimento populacional, que repercutiu na expansão urbana de Salvador; o declínio econômico da produção da cana-de-açúcar do Recôncavo Baiano e a descoberta do ouro em Minas Gerais, que afastavam recursos para esse novo investimento português para essa localidade.

A importância estratégica das fortificações de Salvador enquanto sistema defensivo, de fato, não teve significativa utilidade, em virtude dos diversos fatores assinalados anteriormente. Entretanto, seu valor para a compreensão da evolução urbana e referência na paisagem dessa cidade lhe confere importância no processo histórico e geográfico deste país...

O Forte do Rio Vermelho (planta 15) teve sua origem como sinalizador da presença de barcos que se dirigiam do norte para a Baía de Todos os Santos. Segundo Oliveira, “esta trincheira de terra não deveria ser fortificação expressiva, porque não foi arrolada por Bernardo Ravasco, em 1660.” (OLIVEIRA, 2004, p. 239). Sua forma deve ter sofrido diversas alterações, pois a ação do intemperismo climático no local era intensa. No início do século XVIII sofreu restauração sob a
administração de D. Rodrigo da Costa. (OLIVEIRA, 2004, p. 239).

Em 1711, foi determinado que fosse limpo a cada dois dias em seus parapeitos, em virtude da estadia do Coronel. Segundo as ordens recebidas ao Sargento-mor Inácio Teixeira Rangel, as casas que prejudicavam o poder defensivo do Forte deveriam der demolidas. (OLIVEIRA, 2004, p. 239). Segundo Caldas (1951), em 1759 as condições do forte eram as seguintes:
Este Reduto re de terra, e estâ arruinado instituiose para impedir algum desembarque, que hum ponto pequeno,que ahi há,se podese fazer. As pesas que nele existem estão no chão,e a sua palamenta se guarda em hua’ caza vizinha,e não há de que se tire planta. Tem sinco pesas de ferro estado que já dise:48 balas de Artilharias , 2 coxarras, hum soquete; 3 sacatrapos 4 espeques,4 pes de cabra e 5 arrobas de de bala de chumbo miúda e 13 livras. (CALDAS, 1951, p.383).
Em 1860, através das fotografias de Benjamim Mulock, as muralhas do forte ainda encontravam-se no local. (OLIVEIRA, 2004, p.240). Campos (1940, p.211) descreve sua situação como um equipamento como arruinado:
Há uns trinta anos atrás via-se no recinto do reduto um maciço de cimento sobre o qual descansava por enfeite velha e enferrujada peça de artilharia dos tempos coloniais, apontada para o mar.Desapareceu.Como quase todas as fortificações baianas, passou esta aos cuidados do Ministério da Guerra para os da Fazenda Nacional por ato de 21 de abril de 1937. (CAMPOS, 1940, p.113).
Em relação ao forte, Talento (1999) ainda pontua:
O Exército passou o baluarte para a Fazenda Nacional no início desse século. Até os anos 50, as muralhas resistiram, servindo de local para brincadeiras das crianças, compondo a paisagem com belos casarões coloniais do Rio Vermelho.Mas, em 1953, com o pretexto de construir no local uma praça em homenagem à cantora e atriz Carmem Miranda, que estava no auge da fama, o prefeito Osvaldo Gordilho mandou demolir as muralhas do nível das ruas. A praça nunca foi feita. Então, a paróquia do bairro conseguiu a permissão para erguer ali a nova matriz do Rio Vermelho, pois a antiga, construída na primeira metade do século XIX, tornara-se pequena demais para os fies. Em troca, os paroquianos permitiriam a demolição da igreja antiga, o que nunca foi feito.Coube ao engenheiro Celso Oliveira, a pedido do padre Antônio da Rocha Vieira, construir a nova igreja inaugurada em 1967. (TALENTO, 1999, p.97).
Hoje, apenas resta parte do seu muro e a maior de sua estrutura serve de base para a atual Igreja de Nossa Senhora de Santana no Rio Vermelho.

Confira na íntegra O Papel das Fortificações no Espaço Urbano de Salvador

Leia também: Mais uma foto histórica. O Rio Vermelho já foi assim

sábado, 30 de abril de 2016

Definidas regras para uso do Campo de Futebol da Paciência

A prefeitura fixou no alambrado do novo campo da Paciência, um manual com as regras para a utilização. Entre os itens a atribuição à Guarda Municipal da Prefeitura responsabilidade por fiscalizar o espaço, podendo disciplinar o uso em qualquer horário e dia em caso de má utilização. Faltou a ressalva: isso quando a Guarda Municipal aparece no bairro.

Definidas regras para uso do Campo de Futebol da Paciência
Definidas regras para uso do Campo de Futebol da Paciência

Eleita neste sábado nova diretoria da Amarv

Eleita neste sábado nova diretoria da Amarv Eleita neste sábado nova diretoria da Amarv Eleita neste sábado nova diretoria da Amarv Associados da Amarv (Associação dos Moradores e Amigos do Rio Vermelho) se reuniram na manhã deste sábado (30) no Salão Paroquial da Igreja de Santana, para escolher a nova diretoria. Apenas uma chapa participou do pleito. O atual presidente Lauro Matta, conhecido no bairro como Loli foi reconduzido ao cargo para mais três anos de gestão. Ele disse que não pretendia candidatar-se: "é muito trabalho e já tem quatro aos que todo meu tempo tem sido dedicado a Associação e a resolução dos problemas do bairro ", assinalou. Entretanto, disse que devido à insistência dos associados e de entidades parceiras, resolve, mais uma vez concorrer.

A diretoria eleita na manhã deste sábado tem a seguinte composição:

Diretoria Executiva:
Presidente - Lauro Matta.
Vice Presidente - Silvio Batalha.
Diretor Geral - José Mário Magalhães.
Diretor Administrativo/Financeiro - Helio Manoel Guimarães.
Diretor Jurídico - Cleodo Mércio.

Conselho Técnico:
Ernesto Ferreira Barreto Neto.
Maria Aparecida Serra.
Ricardo Barreto.
Gabriela Veras Dantas.

Conselho Consultivo:
Presidente - Artur Ferreira Filho.
Vice Presidente - Paulo César Oliveira.

Conselho Fiscal:
Manoel Sobrinho.
Antonio Gonzaga.
Célia Maria Dutra.
João Maia Êgue.
Tânia Penna.
José Alberto Sena

Eleita neste sábado nova diretoria da AmarvEleita neste sábado nova diretoria da Amarv
Maneca recepciona Manteiga antigo pescador da Colônia Z1 

Eleita neste sábado nova diretoria da AmarvEleita neste sábado nova diretoria da Amarv
Eleita neste sábado nova diretoria da Amarv
Ex presidentes da Amarv, com o atual Lauro Matta

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Que lombada estranha é essa na Rua Belmonte?

Que lombada estranha é essa na  Rua Belmonte? Moradores da Rua Belmonte usaram de criatividade para sinalizar uma lombada deixada pela péssima qualidade do serviço de asfalto executado na área e pintaram faixas brancas como forma de chamar atenção dos motoristas para o problema. Como se não bastasse, uma cratera se abriu nas proximidades e, mais uma vez, para minimizar a situação, colocaram cascalho. Os carros tentam desviar da lombada e se deparam com a cratera. Um problema sério que precisa ser resolvido pela prefeitura antes que aconteça um grave acidente. Se a ideia é de ter uma lombada na área como forma de reduzir a velocidade,tem que melhor e muito o serviço, pintar de amarelo e colocar sinalização avisando. O que deixaram no local, na verdade foi um trabalho que ninguém sabe ao certo do que se trata!

Que lombada estranha é essa na  Rua Belmonte?Que lombada estranha é essa na  Rua Belmonte?

7ª Delegacia prende em Pituaçu dois elementos que atuavam no Rio Vermelho

 7ª Delegacia prende em Pituaçu dois elementos que atuavam no Rio Vermelho 7ª Delegacia prende em Pituaçu dois elementos que atuavam no Rio Vermelho
 7ª Delegacia prende em Pituaçu dois elementos que atuavam no Rio Vermelho
Após investigações a 7ª Delegacia prendeu na manhã de ontem(28), em Pituaçu, com o apoio da Cia Apolo, dois elementos que atuavam no Rio Vermelho: Alaim Oliveira Santos( camisa branca) e Ícaro Sales dos Santos(camisa azul). Com eles a politica encontrou um revólver 38, bem como dois celulares de vítimas.

Hoje tem Feijão Fradinho no restaurante Sabor de Casa

Hoje tem Banda Feijão Fradinho no restaurante Sabor de Casa das 20h as 23 h Chorinho e Forró de primeira qualidade. Praça Brigadeiro Faria Rocha, Rio Vermelho ,em frente a entrada da Rua Fonte do Boi.

Hoje tem Feijão Fradinho no restaurante Sabor de Casa

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Terceira fase da obra de requalificação do Rio Vermelho suspensa por falta de verba. Informa o Jornal A Tarde

Terceira fase da obra de requalificação do Rio Vermelho suspensa por falta de verba. Informa o Jornal A Tarde Reportagem pulicada nesta quinta-feira (28) no Jornal A Tarde informa que a 3ª fase da requalificação da orla do Rio Vermelho ­ trecho entre o largo da Mariquita e o Quartel do Exército de Amaralina ­ foi suspensa pela prefeitura por falta de verba. Segundo o secretário de Infraestrutura e Defesa Civil de Salvador, Paulo Fontana, essa parte da obra só será retomada se o perfil da arrecadação municipal for alterado até o fim do ano. A matéria também fala sobre a segunda fase da obra que está em andamento no trecho da Paciência e os transtornos provocados na área (Confira a integra da matéria aqui).

Festival de Jazz em maio no Rio Vermelho

Festival de Jazz em maio no Rio Vermelho

A música instrumental toma conta do Largo da Mariquita, no Rio Vermelho, nos dias 7 e 8 de maio, com o Festival Salvador Jazz 2016. O evento realizado pela Prefeitura, por intermédio da Empresa Salvador Turismo (Saltur), chega na segunda edição com belos shows e encontros marcantes no palco.

Entre as parcerias que darão o que falar está o show da Orquestra Afrosinfônica, que convidará para se apresentar no mesmo palco o compositor, arranjador, produtor musical e guitarrista Toninho Horta. Além deles, os Skanibais convidam a famosa banda instrumental Retrofoguetes. Ainda no sábado, dia 7, tocam o Baia Brass Musical, Janela Brasileira e Gabi Guedes Pradarrum, que sobe ao palco ao lado do tecladista de renome nacional Donatinho.

O domingo, 8, o Sexteto 1 de Cada dá início às apresentações do último dia de festival. Na ocasião, mais duas parcerias se concretizam no palco do Rio Vermelho. A Mou Brasil convida o famoso trombonista Raul de Souza. E o baiano Armandinho convida o bandolinista e compositor Hamilton de Holanda. Por fim, o musicista e maestro Letieres Leite toca ao lado de quinteto musical.

Esse ano o festival dá ainda mais espaço para os músicos regionais, que terão a chance de mostrar ao grande público todo seu talento e musicalidade. Para o presidente da Saltur, Isaac Edington, o Salvador Jazz já faz parte do calendário da cidade e vem sendo esperado com muito ânimo pela população. “Temos grandes representantes da música instrumental em Salvador e a prova disso é essa programação pública e gratuita do Salvador Jazz”.