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O Cetro da Ancestralidade segue depredado, após mais um ataque

Alvo constante do vandalismo no bairro, o Cetro da Ancestralidade, do Mestre Didi, continua depredado.

Confira informações sobre a obra extraídas do Projeto de Mapeamento de Painéis e Murais Artísticos de Salvador da Fundação Cultural do Estado da Bahia.

Artista: Deoscóredes Maximiliano dos Santos, Mestre Didi (1917)
  • Local: Praia da Paciência, Av. Oceânica, Rio Vermelho 
  • Obra: Escultura de 7m de altura
  • Data de execução: 2001
  • Técnica: bronze fundido 
  • Tema: “Cetro da Ancestralidade” 

Observações:
Esta escultura, tal qual, toda a produção do Mestre Didi estabelece uma relação entre arte e religiosidade. É sabido que antes de ser artista, Mestre Didi é um sacerdote, cuja função nunca é abandonada. Suas obras de arte não são objetos com função sacra, mas, ao mesmo tempo não se destacam deste universo, já que, tudo é pensado conforme a crença, desde a temática até a escolha dos materiais. No caso desta obra, além das questões já citadas, sua localização, em frente ao oceano, em direção à África, alude à importância do legado dos negros no processo de construção da identidade brasileira.

O Cetro da Ancestralidade segue depredado, após mais um ataque

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